TROVADOR DAS ALTEROSAS
PROSA E VERSO
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AINDA MORRO DISTO.

Entrei n’um bar da minha rua
Uma mulher negra sorridente,
Exibia-se para amantes da lua
Ou donos da noite decadentes.

Pele bonita diria até aveludada
Decote aberto como a chamar,
Dizendo agarre esta assanhada
Que está doida pra se enroscar.

Eu não queria, mas o olhar azul,
Prendeu-se naquela bela figura,
Olhava as pernas, o norte e sul,
Bunda arrebitada presa à cintura.

Um dedo longo içou meu queixo
Olhos nos olhos e sorriso franco,
A boca diz se quiser eu te deixo,
Misturar este preto com branco.

Ai mulher não ferre meu nome
O capim cheiroso vai me matar,
Bode velho tá doido com fome
E perguntas se ele quer pastar?


Valeu mestre obrigado pela força de sempre

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27/07/2019 14:09 - 
Jacó Filho

Tem dias que a arapuca,
Não nos dá a menor chance,
E cai feito avalanche,
Para vencer o recruta...

 Parabéns! E que Deus nos abençoe e nos ilumine... Sempre...
Para o texto: 
AINDA MORRO DISTO. (T6702568)

 

Trovador das Alterosas
Enviado por Trovador das Alterosas em 23/07/2019
Alterado em 31/05/2025
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