TROVADOR DAS ALTEROSAS
PROSA E VERSO
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Prêmios Livro de Visitas Contato Links
Textos
"DIVAGANDO A DOIS"
Izilda e Valdemiro


Miro doce miro amigo

É eterno de dezessete

Sempre esteve comigo

Desde os tempos do Tibete
**************
É verdade eu me lembro,

Até quando íamos pescar

Os monges nos vigiavam,

Sempre querendo ensinar.


Tínhamos de usar o arroz

Fincado numa engenhoca,

Usávamos só isca vegetal.

Para não judiar a minhoca.


Se pegássemos um peixe,

Tinha de soltar com cuidado

Tomávamos grande castigo,

Se ele ficasse machucado.


A coisa que eles deixavam

Sem ralhos e sem cochichos.

Era fazer amor com liberdade,

Igual fazia todos os bichos.


E no tempo de reencarnação,

Nunca tivemos desenganos,

Eu nunca saí de dezessete,

Você nunca dos quinze anos.


Trovador


Trovador das Alterosas e Maria Izillda
Enviado por Trovador das Alterosas em 06/05/2012
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Comentários